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quarta-feira, 11 de maio de 2011

Gírias: ontem e hoje

Post divertidinho para descontrair.

Lembrou-me uma comunidade do falecido orkut –  a “comu”

se chamava “gírias idosas”, alguém também se lembra?

Espero que gostem. Bom dia, leitores!

As mudanças dos anos 70/80 para os dias de hoje:

Antes era...
Agora é...

Creme Rinse
Condicionador

Obrigado
Valeu

É complicado
É foda

Collant
Body

Rouge
Blush

Ancião e Coroa
Véi

Bailinho e Discoteca
Balada

Japona
Jaqueta

Nos bastidores
Making off

Cafona
Brega

Programa de entrevistas
Talk-show

Reclame
Propaganda

Calça cocota
Calça cintura baixa

Flertar, paquerar
Dar mole

Oi, olá, como vai?
E aê?

Cópia, imitação
Genérico

Curtir, zoar
Causar

Mamãe, posso ir?
Véiaaaa, fui!!!

Legal, bacana
Manero, irado

Mulher de vida fácil
Garota de Programa

Legal o negócio
Xapado o bagúio

Pasta de dente
Creme dental

Cansaço
Estresse

Desculpe
Foi mal

Oi, tudo bem?
E aê, belê?

Ficou chateada
Ficou bolada

Médico de senhoras
Ginéco

Superlegal
Irado

Primário e Ginásio
Ensino Fundamental

Preste atenção!
Se liga!

Por favor
Quebra essa

Recreio
Intervalo

Radinho de pilhas
Ipod

Manequim
Modelo e Atriz

Retrato
Foto

Jardineira
Macacão

Mentira
Caô

Saquei
Tô ligado

Entendeu?
Copiou?

Gafe
Mico

Fofoca, ti-ti-ti
Babado

Ha ha ha
hauhauhauhau

Fotocópia
Xerox

Brilho labial
Gloss

Bola ao cesto
Basquete

Folhinha
Calendário

Empregada doméstica
Secretária

Faxineira
Diarista

Vou verificar
Vou estar verificando

Madureza
Supletivo

Vidro fumê
Insulfilm

Posso te ligar?
Posso te add?

Tingir uma roupa
Customizar

Dar no pé, ir embora
Vazar

Embrulho
Pacote

Lycra
Stretch

Tristeza
Deprê

Beque
Zagueiro

Rádio patrulha
Viatura

Atlético
Sarado

Peituda
Siliconada

Professor de ginástica
Personal

Quadro negro
Board

Babosa
Aloe vera

Lepra
Hanseníase

Ave Maria!
Affff!

Caramba
Caraca

Namoro
Pegação

Laquê
Spray

De montão
Pracarai!

Derrame
AVC

Chapa dos pulmões
Raio-X

Sua bênção, papai
"Qualé", coroa?

Você tem certeza?
Ah! Fala sério!

Banha
Gordura localizada

Alisamento
Chapinha

Buteco no fim do expediente
Happy hour

Costureira
Estilista

Negro
Afro-descendente

Professora
Tia, Profe

Senhor
Tiozinho

Bunduda
Popozuda!

Amooooor!
Benhêêêêê!

Desculpe, mas esta questão que você me submeteu é impossível de cumprir!
Nem fudendo!

Olha o barulho!
Ó o auê aí ô!

quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011

Leitura para as crianças famintas: reencantamento do presente, fé no que virá

Sempre fui de contar histórias. E de recontá-las depois, porque bem-aventurados são, de fato, os que sabem ouvir. Por isso, andei ouvindo com coração e estômago todas as histórias que me chegam sobre Nova Friburgo, minha casa amada, onde tive minha formação leitora aguçada pelas Doroteias da Monsenhor Miranda.

Histórias duras de ouvir, por certo; no entanto, é preciso cantar pra alegrar a cidade: recontar a margem de seus rios, suas cheias, seus entornos, seus enleios. A geografia poética de uma terra de gente boa de trabalho, de pensamento, de alma – coisas de quem descende de peregrinos e sabe que é preciso reinventar sempre o caminho, e a passos rápidos pra dar mais alento.

Várias histórias apontam para os meus ouvidos, por vezes débeis, sem vontade de acreditarem no que escutam. O Dr. João Madeira me fala de um silencio oco que impera pelos bairros, traduzindo o inexorável da catástrofe. Ele acha que os friburguenses ainda não estão chorando seus mortos como deveriam... A Prof.a Lucia Ramineli me fala de uma legião de voluntários que formigam pelas escolas, igrejas, anonimamente compartindo a dor dos que não conseguem sequer chorar suas desventuras. A Amanda Heiderich me fala que ficou sem ver a filha por três dias, com os avós isolada em lugar “seguro”, mas que perdeu colegas e alunos – ainda tenta localizar alguns deles, duas semanas depois. Tantas histórias, águas, águas.

Mas a história mais impressionante que me chega de Nova Friburgo é contada por Jane Ayrão, do Colégio Anchieta. Hoje, ela saiu para sua ação habitual de voluntariado, acompanhada de Álvaro Ottoni, escritor e contador de histórias. Foram juntos ao Alto do Floresta, visitar a única edificação que ficou de pé – a escola municipal local. Pois o resto “desceu”: casas, morros, vidas. Com a determinação de educadores que são, Jane e Álvaro levaram água, roupas, remédios, fraldas e LIVROS. Não imaginavam que este último item da cesta básica mataria a fome daquelas crianças de forma tão pujante.

Em meio a caixas e sacolas de mantimentos, colchonetes e cobertores, além de sacos funerários com corpos dentro (sim, a escola é o ÚNICO local para guardar gente, pão e mortos), hordas de crianças silenciosas ficaram barulhentas quando o “Tio” Álvaro começou a ler e a contar outras histórias. E o cardápio ficou mais variado: nesta manhã, as crianças tomaram suco com Monteiro Lobato, comeram pudim de leite com A bruxinha que era boa e se deliciaram com o prato principal: poesia, poesia. A palavra encantada que pode alimentar uma infância estupidamente afetada pela tragédia.

Jane me conta tudo isso com a voz embargada, ao telefone. Diz que não presenciou momento mais lindo em todos esses dias. Crianças pegando os livrinhos, querendo mexer neles, chamando-os a si como os amigos que lhes faltam – porque os pais se ausentaram, o Estado se ausentou, e a imagem de sacos pretos espalhados pelos cantos precisa metaforizar o recomeço de outra história para Nova Friburgo e seus pequeninos.

Então, ouvidos aguçados, eu senti a bem-aventurança: ora, sou professora de literatura, filha da região serrana e absolutamente convicta do poder de reencantar que a palavra tem! Jane e Álvaro me desafiaram com o tamanho de sua generosidade. Eu não sei cozinhar, não sei plantar alfaces nem rosas, não sei fazer curativos, podia até comprar uma galocha e sair corajosamente pelas ruas de Friburgo, como fazem a Jane e tantos deliciosos poetas do amanhã que habitam aquelas plagas, mas eu agora sei como estar presente. Semeando livros à mancheia, reencantando o agora, tendo fé no que virá.

Mas, para isso, conto com a ajuda de vocês, colegas professores, alunos e ex-alunos, amigos de longa e de curta data, amantes da literatura, leitores destas linhas que, enviesadamente, lerão também os olhos e ouvidos famintos das crianças de Nova Friburgo. Recolho, a partir de já, doações particulares de gibis, livros infantis e juvenis e congêneres, para enviar à Jane Ayrão e sua equipe (o Colégio Anchieta, lá em Friburgo, centralizará essas doações para fazer chegar os livros às comunidades desabrigadas). Valem também livrinhos de plástico e de pano ou aqueles que a gente recebe das editoras para avaliar e adotar, no início do ano letivo... Minha casa e meu escaninho na Faculdade de Educação estão à disposição de vocês. Quem souber de algum contato interessante em órgãos públicos e privados ligados à difusão da leitura, por favor, diga “presente”! Basta me mandar um e-mail que eu faço o contato “oficial”.

Até a pequenina aqui de casa, senhorita Aymée, do alto de seus quase 10 meses e extrema intimidade com os livrinhos, vai mandar para um/a amiguinho/a da serra um livro com um monte de espelhinhos dentro, para que ele/a possa se admirar e ver que a sua história de vida apenas começou ... E, quem sabe, mais pra frente, quando minha filha estiver a tagarelar em bom português, ela consiga contar aquela historinha maneira, que começa assim: “Era uma vez uma linda cidade chamada Nova Friburgo, que tinha uma pracinha cheia de árvores e banquinhos, vovós e crianças, pássaros e...”.

Anabelle Loivos Considera Conde Sangenis

Professora adjunta da Faculdade de Educação da UFRJ, friburguense por adoção.

Niterói, 26 de janeiro de 2011.

***

Quem também quiser (e puder) ajudar a matar a fome de leitura das crianças de Nova Friburgo, é só se manisfestar nos comentários, deixando um e-mail e telefone para contato. Nós encaminharemos todas as mensagens para o endereço eletrônico da Anabelle. Para quem mora na cidade do Rio, ou nas proximidades, pode fazer as doações na própria Faculdade de Educação da UFRJ, aos cuidados da professora Anabelle. Cada  ajuda será muito bem-vinda!  Contamos com vocês. O Viva a Língua e as crianças friburguenses agradecem.

Serviço:

Universidade Federal do Rio de Janeiro

Faculdade de Educação

Avenida Pasteur 250 fundos 2º andar - CEP: 22.290-240 - Campus da Praia Vermelha – Rio de Janeiro.

quarta-feira, 15 de setembro de 2010

POESIA E PROSA: HOJE, AGORA

Nova imagem

I ENCONTRO DO FÓRUM DE LITERATURA BRASILEIRA CONTEMPORÂNEA POESIA E PROSA: HOJE, AGORA

FACULDADE DE LETRAS – UFRJ 21 e 22 de setembro de 2010 – das 9h às 16h

Informações e inscrições (até dia 17/09): Setor de Literatura Brasileira – Departamento de Letras Vernáculas Site: http://www.forumdeliteratura.com

E-mail: contemporanea.ufrj@gmail.com

sábado, 19 de junho de 2010

José Saramago

jose-saramago

Ontem, 18 de junho de 2010, morreu o escritor português José Saramago. Havia tomado o café com  a esposa minutos antes, e os dois estavam conversando, em casa. Um momento como tantos outros, trivial, familiar, corriqueiro. Mas 18 de junho não foi um dia como todos os outros. Não o foi para Pilar, a esposa, e não o foi para a Literatura.

Imagino a palavra cortada, o sobressalto  da mulher, o suspiro. De repente, a morte. O mundo perdeu um grande homem. A língua portuguesa, um mestre!

Como disse António García Barreto, "agora há unanimidade quanto a José Saramago. Toda a gente diz que ele morreu. E é verdade." 

Mas, enquanto viveu, Saramago despertou  antipatia por suas declarações polêmicas e  sua escrita ácida, cortante, dirigida muitas vezes às religiões, sobretudo às grandes instituições religiosas – em particular, a Igreja Católica.

jose-saramago2

É que ele celebrava a vida, e no mundo há muita gente que deprecia a vida, que se apraz em fazer da existência uma experiência ruim, para si e para os outros, “em nome  da fé.”

Saramago sempre foi o contrário disso. Ateu, talvez se pudesse dizer que sua fé era na própria vida e nos homens. Comunista,  republicano também, defensor extremado da democracia, criticava ferozmente a globalização, em que as decisões políticas são tomadas na esfera das “grandes relações financeiras internacionais”.

Homem das letras, Saramago era dono de um estilo singular de escrita, com períodos longuíssimos de quase uma página e sem usar o travessão marcando a fala direta dos personagens. Quanto ao Acordo Ortográfico, criticava a demora de seu país em adotar oficialmente o que no papel e em outros países-irmãos já era uma realidade, e reconhecia que revolução linguística autêntica fora a Reforma de 1911.

Mecânico de automóveis na juventude, o homem que chegou a Nobel de Literatura em 1998 nunca aprenderia a dirigir. Ficou traumatizado por, certa vez, cometer um erro  tolo, porém inaceitável na sua condição de entendedor.  Um dia escreveu, sobre ser escritor: “É um ofício em que somos ao mesmo tempo motor, água, volante, mudanças de velocidade e tubo de escape. Talvez, afinal, o trauma tenha valido a pena”.

Tenha a certeza de que sim, Saramago.

SPAIN-ZAPATERO-SARAMAGO

Consulta: terra.com.br; uol.com.br; angoladigital.net; caderno.josesaramago.org

sábado, 17 de janeiro de 2009

Entra em vigor o Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa

Foto: http://www.jfempauta.com/?cat=3


O decreto que estabelece o cronograma para a vigência do Acordo Ortográfico entre os países de Língua Portuguesa e orienta a sua adoção foi assinado pelo presidente Lula em setembro de 2008. Agora, em janeiro de 2009, entrou em vigor, mas a norma atual será aceita até 2012, prazo que as escolas, os veículos de comunicação, os livros didáticos e todos os textos produzidos no país terão para se adaptar às novas regras.


Por falar nisso, vários sites e revistas já aderiram à reforma, e estão publicando seus textos já com base no Acordo, caso do site IG, G1 e das revistas da Editora Abril, para citar alguns exemplos.

Dicionário

No dia 12/01, a Academia Brasileira de Letras lançou a 2ª edição do “Dicionário Escolar da Língua Portuguesa”.
Resultado de três anos de trabalho das equipes técnicas do Setor de Lexicologia e Lexicografia da ABL, a obra reúne 33 mil verbetes, textos sobre a história da ABL, um histórico da Língua Portuguesa e da formação do léxico português, além de orientação quanto à nova ortografia, corrigidos os pontos aparecidos na primeira edição em que ainda não havia orientação definitiva sobre as normas que vigoram desde 1º de janeiro.

O Dicionário incorpora ainda um estudo sobre o verbo em Português (paradigmas verbais e quadros da conjugação desses paradigmas), bem como um suplemento sobre o Acordo Ortográfico.

O Dicionário, distribuído por 1.312 páginas, registra a divisão silábica das palavras, e sua ortoepia, fornece exemplos de uso, áreas de conhecimento, regionalismos e neologismos, locuções, remissões à conjugação verbal e flexão nominal e tabelas de conjugação de verbos.

No site da Abril, é possível baixar o texto do Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa, em formato pdf.
http://www.abril.com.br/arquivo/acordo_ortografico.pdf

Fontes: http://www.academia.org.br/; http://educacao.ig.com.br/; http://g1.globo.com/

sexta-feira, 6 de junho de 2008

ABL recebe com entusiasmo aprovação do Acordo Ortográfico

Em sessão plenária no dia 16/5, a Assembléia do Parlamento de Portugal aprovou o Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa. Nos próximos dias, o texto -já com as novas normas -irá à publicação no Diário da República (Diário Oficial) e depois para a sanção do presidente da República.

A notícia alegrou a Academia Brasileira de Letras. Desde os anos 70, por iniciativa do filólogo Antonio Houaiss, a Casa já trabalha nesse Acordo. O acadêmico Cícero Sandroni, presidente da instituição, destacou a importância da aprovação para a Língua Portuguesa:

- A Academia encara essa aprovação como um marco histórico. Inscreve-se, finalmente, a Língua Portuguesa no rol daquelas que conseguiram beneficiar-se há mais tempo da unificação de seu sistema de grafar, numa demonstração de consciência da política do idioma e de maturidade na defesa, difusão e ilustração da língua da Lusofonia.

O gramático Evanildo Bechara, diretor da ABL e responsável pelo Setor de Lexicologia e Lexicografia, saudou a aprovação do Acordo. Para o imortal, a Comunidade dos Países de Língua Portuguesa demonstrou um alto grau de maturidade política.

Presidente da Casa em 2006 e 2007, Marcos Vinicios Vilaça concorda com Bechara. “Portugal acaba de dar prova de grande maturidade e modernidade. A simplificação e unificação ortográfica trarão inúmeros benefícios para a comunidade lusófona. A simplificação do emprego do idioma vai possibilitar o incremento das relações culturais entre nós”. A gestão de Vilaça acelerou o processo de aprovação do Acordo.

Fonte: http://www.academia.org.br/

terça-feira, 29 de maio de 2007

Você sabia?

A língua portuguesa, com mais de 210 milhões de falantes nativos, é a quinta língua mais falada no mundo e a terceira mais falada no mundo ocidental. Idioma oficial único do Brasil, e idioma oficial, conjunto com outros idiomas, de Portugal (cuja segunda língua oficial é o mirandês), Angola, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Macau, Moçambique, São Tomé e Príncipe e Timor-Leste, é falada na antiga Índia Portuguesa (Goa, Damão, Diu e Dadrá e Nagar-Aveli), além de ter também estatuto oficial na União Européia, no Mercosul e na União Africana.

A situação da Galiza e do galego em relação ao português é controversa. De um ponto de vista político e, portanto, oficial, o Galego é uma língua porque assim o determinam os organismos de estado Espanhol e da Região Autônoma da Galiza, com legitimidade democrática. De um ponto de vista científico, a idéia de que o galego é uma variante dialetal da língua portuguesa reúne hoje um vasto consenso, sendo estudado a par com as restantes variantes do português nas universidades e centros de investigação lingüística.

A língua portuguesa é uma língua românica (do grupo ibero-românico), tal como o castelhano, catalão, italiano, francês, romeno e outros.
Assim como os outros idiomas, o português sofreu uma evolução histórica, sendo influenciado por vários idiomas e dialetos, até chegar ao estágio conhecido atualmente. Deve-se considerar, porém, que o português de hoje compreende vários dialetos e subdialetos, falares e subfalares, muitas vezes bastante distintos, além de dois padrões reconhecidos internacionalmente (português brasileiro e português europeu). No momento atual, o português é a única língua do mundo ocidental falada por mais de cem milhões de pessoas com duas ortografias oficiais (note-se que línguas como o inglês têm diferenças de ortografia pontuais, mas não ortografias oficiais divergentes), situação a que o Acordo Ortográfico de 1990 pretende pôr cobro.

Segundo um levantamento feito pela Academia Brasileira de Letras, a língua portuguesa tem, atualmente, cerca de 356 mil unidades lexicais. Essas unidades estão dicionarizadas no Vocabulário Ortográfico da Língua Portuguesa .
O português é conhecido como a língua de Camões (por causa de Luís de Camões, autor de Os Lusíadas), A última flor do Lácio, expressão usada no soneto Língua Portuguesa de Olavo Bilac ou ainda A doce língua por Miguel de Cervantes.

Nos séculos XV e XVI, à medida que Portugal criava o primeiro império colonial e comercial europeu, a língua portuguesa se espalhou pelo mundo, estendendo-se desde a costa Africana até Macau, na China, ao Japão e ao Brasil, nas Américas. Como resultado dessa expansão, o português é agora língua oficial de oito países independentes, e é largamente falado ou estudado como segunda língua noutros. Há, ainda, cerca de vinte línguas crioulas de base portuguesa. É uma importante língua minoritária em Andorra, Luxemburgo, Namíbia, Suíça e África do Sul. Encontram-se, também, numerosas comunidades de emigrantes, em várias cidades em todo o mundo, onde se fala o português como Paris na França; Toronto, Hamilton, Montreal e Gatineau no Canadá; Boston, New Jersey e Miami nos EUA e Nagoya e Hamamatsu no Japão.

Leia mais em: http://pt.wikipedia.org/wiki/Língua_portuguesa

segunda-feira, 28 de maio de 2007

Boas-vindas aos visitantes!

Bom dia, leitor!

É com muito prazer que inauguro hoje, dia 28 de maio de 2007, o blog Viva a Língua. Ele nasceu de uma conversa (muito proveitosa, por sinal) que tive com Bruno e Ivan, pessoas queridas, em alguma noite fria dessas que têm feito aqui em Niterói (RJ, Brasil), neste mês de maio.

Quem me conhece sabe que uma das coisas de que mais gosto é a Língua Portuguesa. Ela me fascina desde os tempos mais remotos do ensino primário. Ah... Bons tempos em que a gente tinha de conjugar os verbos em diferentes tempos e pessoas fazendo o dever de casa....

Mais tarde, já cursando o Ensino Médio (que naquela época ainda se chamava 2º Grau), eu me deliciava fazendo análise sintática e morfológica durante e até depois da aula! Em casa, era talvez a única matéria que eu estudava por puro prazer, e fazia exercícios lá do final do livro quando ainda estávamos no meio do ano letivo. Bons tempos.

Não sei por que não fiz vestibular para Letras! Todos à minha volta apostavam nisso. Mas fiz para Psicologia, passei e hoje estou formada. Como gosto de dizer, sou psicóloga por formação, amante das letras por vocação e sonhadora por teimosia.
E foi conversando que chegamos à conclusão de que seria bem legal se eu criasse um blog onde pudesse falar de algo que eu realmente gosto. Um espaço onde eu pudesse compartilhar o amor à língua materna com pessoas de toda parte.

Naquele dia nasceu a idéia. Hoje nasce o blog; e espero que todos os que passarem por aqui gostem do que vão ver e deixem seus comentários, críticas e sugestões para, juntos, construírmos esse espaço dedicado ao fabuloso universo das palavras. Fica aqui o meu singelo agradecimento a essas duas pessoas que tiveram especial importância na gestação do blog Viva Língua. Bruno e Ivan, muito obrigada pelo incentivo!

O Viva a Língua é um blog sobre Língua Portuguesa. Aqui vocês encontrarão de tudo um pouco: informação, entretenimento, literatura, curiosidades etc.

Boa leitura.