segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010

Um mineirinho safado

E não é que eu fui passada pra trás por um mineirinho muito do safado, que me vendeu glucose de milho como mel?

O danado jogou uma conversa de que o movimento tinha sido fraco naquele dia e que tinha que voltar pra Barbacena (ou seria Uberaba?) levando um pouco mais de dinheiro pra família. Que estava ali, horas e horas a fio, debaixo do sol, sem vender quase nada.

Adicione uma cara de pobre coitado a um sotaque “mineirim” bão dimais que o resultado será 1 litro de glucose de milho encalhado no armário de uma mulher furiosa!

E eu achando que tinha feito um ótimo negócio, afinal, na barganha ele me fez 10 reais de desconto! E olha que, pelo que era, ainda paguei Karo!

Mas tudo bem, não é por isso que eu vou deixar de gostar do povo mineiro, e do seu sotaque delicioso, que tantas vezes já homenageamos aqui.

Quanto ao mineirim sem vergonha, nunca mais vi. Acho que foi vender seu mel batizado em outra freguesia… Por via das dúvidas, quando for comprar mel caseiro de novo, lembrarei de pedir uma provinha antes, só pra ter certeza!

7 comentários:

Bruno disse...

Que ele tenha conseguido voltar pra casa. E que ela seja bem longe daqui.

Bia Loivos disse...

No endereço eletrônico abaixo, tem uma reportagem sobre mel falsificado. A situação é tão séria que não dá pra confiar nem mesmo nos produtos industrializados, visto que os safados falseiam até mesmo o registro do Ministério da Agricultura... Há também, no link, um teste para verificar se o mel é verdadeiro ou falso.
http://www.zootecniabrasil.com.br/sistema/modules/news/article.php?storyid=836

Eduardo Araújo disse...

Sou incompetente. Não sei distinguir. Pago também e levo gato por lebre.

Eduardo Araújo disse...

Cade atualização?????????????

Bia Loivos disse...

Oi, Eduardo, obrigada por seu interesse, fico muito feliz :) mas ando meio enrolada com um monte de coisa pra fazer e não consigo dar conta de escrever sempre... Mas já já preparo alguma coisa!

Glauber Vieira disse...

Na cidade do meu pai, Monsenhor Paulo (que também fica em Minas) a população foi enganada por um cidadão que vendia "galinhas" já abatidas e depenadas. Como o bicho não cozinhava, as pessoas procuraram o homem e descobriram: na verdade, ele vendia urubus...

Bia Loivos disse...

Glauber, acho que o problema do falso mel é pinto perto dessa sua história! Que nojo.

Obrigada pela visita.